Acordei ao
som do meu despertador. Segunda feira, dia de escola, oh saco. Levantei-me e
segui até o banheiro, tomei um banho rápido para me acordar e saí soltando meus
cabelos, sem seguida os escovando. Escovei meus dentes e passei rímel, voltei
ao quarto e me vesti.
Desci
as escadas e meus pais tomavam café junto a Louis, os cumprimentei e me servi
de cereal. Comi calmamente, ainda tinha tempo até ir para a escola. Depois de
alimentada, peguei a chave do meu carro (e do Louis) e seguimos até ele rumando
a escola.
P.O.V Victoria
Acordei
mais cedo e acabei indo para a escola antes do horário. Assim que cheguei, fui
até meu armário, guardei minhas coisas e me sentei em frente a ele ouvindo
minhas musicas, quando alguém se senta ao meu lado.
- Harry? Oi. – disse tirando meus
fones.
- Oi Victoria.
- Vic.
- Ok. – ele riu fraco.
- Ao que devo sua companhia? –
perguntei.
- Você é muito amiga da Fernanda,
certo?
- Sim. – estava confusa.
- Você sabe por que ela vem me
evitando? – seu olhar era triste.
- Acho que todos sabem não é mesmo.
– fui irônica.
- Se ela me deixasse explicar... –
suplicou-me.
- Ela não vai te dar chances.
- Se você me ajudar, talvez. –
sorriu esperançoso.
- Não me mete nessa. Foi você que
cavou o próprio buraco, agora contentasse com o escuro. – levantei e saí, o
deixando sozinho.
P.O.V Fernanda
Cheguei à
escola e logo Louis sumiu, andei até meu armário e no meio do caminho encontro
minha melhor amiga, que mantinha sua cara de “odeio-segundas-feiras” bem
estampada. Conversamos um pouco, até que ela comenta algo desconfortável:
- Harry veio falar comigo hoje...-
começou.
- É? E o que ele queria? –
perguntei.
- Falou de você, pediu ajuda para
se explicar. – eu fui abrir a boca, mas ela me interrompeu – E antes que
briguei comigo, eu praticamente o mandei pastar.
- Bom. – rimos e seguimos até nossa
primeira aula.
Victoria
fazia dupla com Justin, esses dois são inseparáveis desde que Justin mudou-se
do Canadá para cá. A amizade deles é legal, brigam como casados, se amam como
crianças e agem como melhores amigos. Já eu me sinto muito confortável ao lado
de Niall, meu amigo loiro e comilão. Ele mantém um relacionamento a distancia
com uma menina da Califórnia, muito simpática, já veio nos visitar.
(...)
- Estou morrendo de fome. –
anunciou Niall quando o sinal para o intervalo soou.
- E quando não está? – ironizou Zayn.
Rimos e saímos da sala.
Porém
fui impedida por braços que me puxaram ao canto dos armários, quando dei por
entender, era Harry.
- O que quer? – fui rude.
- Precisamos conversar.
- Não temos o que conversar.
- Você tem me evitado desde que
voltei. Por favor, deixe-me falar com você. – ele praticamente implorava com os
olhos.
- Não Harry. A partir do momento em
que você fez o que fez, nós não temos nenhum tipo de relação, ou seja, você não
tem direito algum de falar comigo.
- Eu senti sua falta.
- Eu não.
- Ah qual é. Éramos crianças. –
afastou-se.
- Talvez você fosse uma criança,
mas meu sentimento era muito forte para ser apenas uma fase da infância. E além
do mais, tínhamos quinze anos.
- Eu senti sua falta. – repetiu ele.
- Então por que não me procurou
durante esses quatro anos? – perguntei.
- Hã... Eu... – gaguejava ele.
- Esquece. – virei às costas e saí à
procura de meus amigos.
Cheguei
à cantina e Victoria parecia lutar com Zayn por um pedaço de bolo, Niall
devorava um hambúrguer e Justin conversava com Louis, parecendo os únicos maduros
da mesa. Sentei-me e logo recebi o bolo tão disputado de minha melhor amiga,
descobrindo que ela o havia pego para mim. Tão fofa, não? NÃO (hihihihihi)
- Onde você estava? – perguntou Louis.
- Pergunte para seu amiguinho
Harry. – disse seca.
- Deixe ele falar contigo, pare de
ignora-lo. – sugeriu meu irmão.
- Não, não tenho o que conversar
com ele.
- TEM SIM. – falaram todos em uníssono.
Continua...
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