terça-feira, 3 de dezembro de 2013

8º Capitulo – All That Matters: ''Eu te amo''

''Você me faz querer viver.''


-Você é muito jovem Mad. O que você acha que um rapaz rico como ele quer com uma menina como você?
-Eu não vou responder você. -disse. - Justin não é como você pensa.
-E como ele é Mad? - ela perguntou.
-Como eu sou? - a voz de Justin nos fez olha-lo.

Lize ficou vermelha de vergonha.
Oh céus! Eu tive que segurar o riso.
-E então Lize? -provoquei. - O que estava dizendo mesmo?
-Ahn... Eu... - ela gaguejou. - Eu estava te perguntando o que fez no seu cabelo hoje, esta tão lindo! - ela deu seu sorrisinho falso.
-Ah é. - disse entrando em seu jogo. Justin olhava tudo ao meu lado. - Bom, eu não fiz nada, sorte a minha nunca ter que utilizar nenhum meio químico em meu cabelo.
Ela se ofendeu, eu podia ver em seus olhos.
-É verdade. - ela concordou. - Bom, eu vou terminar com o meu trabalho, até depois Mad. - Lize saiu nos deixando.
Eu ri.
Justin me olhou.
-Mad, não foi legal o que você fez.
-Ah para Justin, essa garota estava insinuando coisas muito erradas sobre a gente, eu não vou admitir isso.
-Tudo bem, agora eu tenho que ir. Seu chefe aceitou aumentar o seu salário.
-Sério? - sorri. Aquilo era ótimo!
-Sim. - ele riu pelo nariz.
-Obrigada Justin! Muito obrigada! Eu te amo! - o abracei forte e vi um sorriso se formar em seus lábios. Ele me deu um beijo no rosto e saiu.
Por que ele não disse que me ama também?
Será que eu me precipitei?
Aquilo me magoou, e olha que eu não sou fácil de magoar.
Será que ele não me ama? Mas se ele me contou seu segredo ele...
Balancei a cabeça me livrando daqueles pensamentos e entrei para a área dos funcionários para me trocar.
Quando meu expediente acabou, eu realmente não esperei por Justin. Aquilo dele não dizer que me ama me magoou. Magoou-me muito, aliás.
Fechei meus olhos respirando fundo e em seguida os abri saindo na lanchonete e indo para casa de pé como sempre.
A rua estava vazia, e calma. Estava uma noite bem fresca e eu gostava de caminhar em noites assim.
Assim que cheguei em casa, fui para o banheiro, tomei um longo banho e coloquei uma roupa mais confortável para ficar em casa.

Fui até a cozinha e comecei a fazer a janta.
Depois que estava tudo pronto, a campainha tocou.
Fui atender e dei de cara com o Justin. Ele me olhou confuso.
-Mad, por que não me esperou hoje? Eu ia te buscar.
-Porque eu não quis. - disse simples.
-Por que esta falando assim? O que eu fiz?
-Nada Justin, nada. Agora, é só isso? Por que estava indo jantar, estou com fome.
-Mad... Não faz assim, me diz o que eu fiz pra te deixar tão brava assim ?
-É melhor você entrar. - me rendi e assim ele fez.
Sentamo-nos no sofá um de frente para o outro.
Eu adorava tantos aqueles olhos cor de mel.
E como eu adorava!
-Sabe aquela hora que eu disse que te amo? - perguntei e ele fez que sim com a cabeça. - Eu fiquei chateada por ter dito que te amo e você nem ao mesmo ter digo, ''obrigada''. Isso doeria menos do que você ter ficado em silêncio.
-Me desculpa, eu não sabia que isso doeria em você...
-Tudo bem. - sorri falso.
-Vem aqui. - ele me puxou para seus braços. Olhei para ele. - Eu só não disse, porque ao dizer meus amigos ficarão contra mim.
-Como assim?
-Quando eu assumir para todo o meu amor por você, eles virão aqui, e eu tenho medo de que briguem comigo perto de você.
-Eles podem ouvir você?
-Quando eu disser isso, todos no céu ouvirão.
-Então me desculpa... Eu não quero causar brigas e... - ele me interrompeu.
-Eu te amo.
-O que? - indaguei surpresa. Ele tinha dito.
-Eu te amo Madison Beer e eu não me importo com nada, nem ninguém mais a não ser você.
Sorri feito boba e  o abracei ainda mais forte.
-Eu também te amo Justin, você não imagina o quanto!
Ele olhou fundo em meus olhos e eu pude sentir usa respiração perto da minha.
Os lábios de Justin se juntaram aos meus e em segundos estávamos novamente naquela sintonia perfeita de quando nos beijávamos.
Sua mão foi para a minha cintura, e sem querer me sentei no colo dele.
Eu nunca tinha feito isso com ninguém.
-Mad... - ele parou de me beijar. - É melhor pararmos.
-Por quê?

Continua...

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